terça-feira, 16 de novembro de 2010

Do céu à terra.


É a mesma maldição que me persegue há tempos.
Em um dia como esse a auréola da lua me transformou em anjo.
Amor nunca vai me alcançar.
Eu desisto disso, ando sozinha por aqui.Tentando transformas axiomas em algo palpável.
Já chega!
Não se vire pra mim.
O nosso abraço vai doer, doer e quando eu perceber estarei jogada de novo na minha nuvem cinza.
Fazendo da chuva um pranto infinito.
Nesse cataclismo de sentimentos.
Nesse ódio justificado eu deixo minha despedida.
Para nunca mais alcançar você.

“Por favor”, é mais do que algo educado a ser pedir.
Estar coexistindo com você é algo insuportável.
Indigno.
Estigmas se fazem e percorrem essa pele tão cândida.
O espírito já está com um câncer de incredulidade tamanho.
Não há Julieta nessa história.
Há uma menina ensangüentada.
Uma menina que não foi amada.
Então “por favor...”
Descanse em paz.

Andie

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