sábado, 22 de janeiro de 2011

Amar e nao ser amado.

Oi, pessoal! Estou muito triste...

Ca eu fuxicando na internet sem sono (pra variar) e encontrei esse texto...

Acredito que essa seja a frase mais batida de todos os tempos quando o assunto é amor, paixão ou até uma "paixonite" (crédito à senhora Marrí). Mas, por mais incrível que possa parecer (não, não estou me gabando), posso dizer que amo e não sou amado. E de onde vem o "por mais incrível que possa parecer"? Durante toda a minha vida, nunca fui um garoto de muitos amores, nunca fui de namorar e muito menos de sair por aí beijando todas as garotas que eu visse pela minha frente. Muito pelo contrário. Quando o assunto é amor sou, muito, old school.

Para mim, beijar alguém é apenas a consumação de algo muito maior que vem por trás de um relação entre duas pessoas. Algo de grandezas inimaginaveis, um sentimento extremamente complexo e que nada pode explicar. É a consumação do se preocupar com o outro, do querer estar ao lado do outro, do poder gritar ao mundo que ama essa pessoa e o mais importante, ter esse outro ao seu lado para acabar com a solidão, e com o frio.

Durante toda a minha vida, tudo o que eu mais prezei, e prezo até hoje, é não deixar o amor se tornar um sentimento vazio, uma representação vaga da compreensão entre duas pessoas, da sincronia sentimental entre duas pessoas. Mas, por mais que eu tente navegar contra a maré e tentar mostrar ao mundo que isso está errado, o amor está cada vez mais perdido ao relento e tornando-se cada vez mais assunto de novela das 8, e só, esquecendo-se que esse é um dos melhores, quissá o melhor, sentimento que um ser humano pode sentir e que sem ele, não existiríamos, não viveríamos, não levanteríamos de nossas camas com um motivo para continuar.

Hoje digo que amo e não sou amado, que por mais que eu tente, que eu me mostre real e verdadeiro, preocupado, apaixonado, devoto por uma pessoa, sou esquecido na mesma caixa em que os colegas são colocados, aquela caixa que nunca será a primeira a ser olhada, que nunca será esquecida mas que sempre ficará lá, amargando o tempo e a solidão, pois o amor não se foi e nunca irá. Perco noites e mais noites de sono para encontrar uma resposta para o "não" que me é dito por ela e não consigo encontrar. Defino então que o problema sou eu, mas não consigo encontrar onde me arrumar para ter-la ao meu lado e assim, cada vez mais, pego-me em prantos durante todas as noites em um lugar escuro, sombrio e fechado, do qual há apenas uma saída. Saída qual não gosto, não quero, mas acredito que posso ser a única


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